30 de dezembro de 2015

Leituras de 2015

Olá gente!
2015 está chegando ao fim. Foi um ano de muitos altos e baixos: conhecer meu autor favorito, dar o ponta pé inicial no meu projeto de iniciação científica na faculdade, abrir um canal no youtube para o blog. Em meio a tudo isso, é claro, os livros tiveram um espaço especial!

Ao todo, em 2015, li 45 livros. Em alguns meses fracassei e não passei da marca de 2 títulos. Em outros, cheguei ao recorde de 7! Não comecei o ano com nenhuma meta - somente meu projeto de leitura, a Charlie's Book List e que não foi concluída -, mas acabei batendo o número do ano passado de 33 leituras.

Para o próximo ano sigo não fazendo nenhuma meta de leitura. Acredito que esse tipo de coisa atrapalhe bastante no meu desempenho com os livros, me fazendo acelerar a leitura e não aproveitar a experiência. 

Listei abaixo todos os livros lidos nesse ano e os links para as respectivas resenhas, se houver. Espero que gostem! Não esquece de me contar nos comentários quantos livros você leu esse ano e se lemos algum em comum! ;)

Janeiro:


Fevereiro:
Março:
Abril:
Maio:

Junho:

Julho:
Agosto:
Setembro:

Novembro:
Dezembro:

29 de dezembro de 2015

[Resenha] Desventuras em Série, vol. 7: A Cidade Sinistra dos Corvos - Lemony Snicket

Não importa quem você seja, não importa onde você more, e não importa quantas pessoas o estejam perseguindo, o que você não lê é muitas vezes tão importante quanto o que você realmente lê.

A Cidade Sinistra dos Corvos é o sétimo volume de Desventuras em Série. Para ler as resenhas dos volumes anteriores, clique aqui.


Depois de conseguir escapar do estranho casal Squalor, chegou a hora de, mais uma vez, descobrir qual será o destino dos órfãos mais desafortunados da literatura. Dessa vez, o destino é o mais estranho possível: uma cidade, e cheia de corvos.

Segundo sr. Poe, o lema "é preciso uma cidade para educar uma criança" agora é levado tão a sério que literalmente cidades inteiras têm sido tidas como tutoras para crianças sem lar, e nada mais justo do que tentar mais essa maneira de educar os Baudelaire. Dentre as cidades disponíveis, uma chamou a atenção logo de cara: tratava-se de C.S.C, mas que infelizmente nada tinha a ver com o grande segredo de Olaf. 

C.S.C na verdade era uma cidade de Cultores Solidários de Corvídeos, o que já explica tudo o que as crianças encontraram por lá: os corvos dominam todos os espaços e têm, inclusive, um chafariz construído na parte central da cidade em homenagem a eles. O conselho, que define as milhares de regras a serem cumpridas na cidade, também usa chapéus de corvos, e a principal regra é nunca ferir um desses animais.

Apesar disso, Violet, Klaus e Sunny não desanimam, afinal estão sob os cuidados de toda uma cidade que já está alerta no que diz respeito ao conde Olaf (embora o confundam com conde Omar) e mais próximos ainda de Héctor, o factótum da cidade.

Novamente, como tudo na vida dos órfãos, as coisas pareciam acontecer de uma forma tranquila. Até os primeiros sinais de cilada aparecerem. O primeiro deles é o fato de que, em troca de todo o cuidado dos cidadãos da cidade para com elas, as crianças ficariam encarregadas das tarefas domésticas de todas as casas e comércios da cidade, não sobrando tempo algum para que desfrutassem de laser ou estudassem.

Depois de um certo tempo, pequenos bilhetinhos de duas linhas começam a chegar misteriosamente na casa de Héctor, onde as crianças estão vivendo, e com toda a esperteza que só uma criança de 13 anos teria em um livro, começam as suspeitas de que se tratam de pistas dos trigêmeos Quagmire dizendo que também estão escondidos na cidade e, com isso, o conde Olaf também.

Dos sete livros já lidos, esse para mim foi o menos previsível. Eu realmente sentia vontade de ler cada página porque não fazia ideia do que aconteceria - diferente dos outros livros da série, em que na primeira página já sabíamos qual o disfarce da vez e como o conde conseguiria colocar as mãos nas crianças.

Acredito que a escrita de Lemony vai evoluindo a cada livro, assim como os personagens principais e os leitores, que vão crescendo durante a série. Nesse livro já é possível notar o uso de palavras mais rebuscadas, de uma trama mais complexa e de um mistério que dá o gancho para os próximos livros.

Eu, que estava tão desanimada com a série, não vejo a hora de pegar o próximo livro e descobrir logo todos os segredos por trás do conde Olaf, o incêndio na mansão dos Baudelarie, a antiga vida dos Quagmire e o famigerado C.S.C.

Infos:
Título original: A Series of Unfortunate Events - The Vile Village
Autor: SNICKET, Lemony
Editora: Seguinte
ISBN: 9788535919721
230 páginas
Para comprar: Submarino | Americanas | Amazon
(comprando através dos links do blog, a blogueira que vos fala ganha um dinheirinho pra investir em mais resenhas pra cá) 

24 de dezembro de 2015

Projeto Jornalista: quarto semestre

Oi! Esse post faz parte da série Projeto Jornalista. Para conferir os anteriores é só clicar aqui.


O quarto semestre foi muito mais cansativo e trabalhoso do que longo. Diferente do terceiro - que não acabava nunca e deve ter durado no mínimo uns 20 anos - o quarto semestre passou bem rápido, tão rápido que eu quase não consegui acompanhar.

Isso porque finalmente iniciei meu projeto de iniciação científica! Essa era uma vontade que tinha desde o início da graduação, e poder me envolver com pesquisa foi muito gratificante. Meu projeto vai analisar o portal Fluxo - Estúdio de Jornalismo, que trabalha com um modelo muito bacana de financiamento e bastante utilizado hoje em dia na internet, o crowdfunding

Preciso dizer que me apaixonei pela pesquisa e pelo meu objeto de pesquisa. Além do portal, o Fluxo é um ambiente de discussões jornalísticas e reúne muito do que acredito para criar um jornalismo de qualidade pro futuro. Com relação as partes mais técnicas da pesquisa, confesso que tem sido um desafio: fiquei meio perdida no começo, levei bronca do orientador (mas já tô vacinada! apesar de tudo ele é um querido e me ajuda demais, agregando sempre muito conhecimento em qualquer reunião ou conversa pelos corredores) mas agora no finalzinho do semestre, quando consegui entrar de cabeça na pesquisa, tudo ficou mais fácil e agradável.

(eu, boba, apresentando o banner do meu projeto no Encontro de IC da PUC)

Mas, bem, a iniciação científica me tomava um certo tempo. Além das reuniões semanais, ainda tive muitos textos para ler em casa e fichar, mas que acabaram me ajudando muito nas disciplinas da graduação, principalmente em uma específica de pesquisa, onde montamos um projeto de pesquisa para analisar o boletim G1 em 1 minuto, no próximo semestre.

Como eu talvez já tenha comentado antes, também me envolvi no grupo de dança da faculdade. São dois ensaios semanais, com bolsa estímulo. A dança é algo que eu sempre gostei, iniciei muito cedo, e essa oportunidade que a universidade me deu foi incrível! Conheci pessoas maravilhosas e voltar pros palcos fez um bem gigantesco para mim. Apresentamos um espetáculo todo baseado em obras musicais brasileiras e fizemos uma participação especial no espetáculo do grupo de teatro - o Cabaret -, com a temática voltada aos musicais. Foi incrível e eu pretendo continuar no grupo até depois de me formar.

(o grupo de dança ao final da performance final do musical A Chorus Line)

E mesmo com tantos projetos assim ainda dá tempo de me dedicar as disciplinas regulares do meu curso? Dá sim! E muito! Nesse semestre produzimos uma série de reportagens aliada a um programa de entrevistas com a temática de relacionamentos abusivos - foi inexplicável ouvir tantas histórias tristes mas também de superação, e o resultado foi lindo. Produzimos também mais um rádio jornal, assim como no terceiro semestre, uma mesa redonda com o tema feminismo e o mais legal: um rádio documentário sobre Star Wars!

Eu nunca tinha assistido a série (até o momento desse post, consegui assistir ao episódio IV haha) e foi realmente um desafio para mim, sendo a locutora, lidar com tantas palavras diferentes e de pronuncia complicada. Mas o resultado ficou impecável! Os efeitos sonoros, os comentários, a parte histórica... Eu fiquei tão apaixonada pelo nosso doc que resolvi conhecer a série.

Mas o destaque que quero mesmo dar é para as aulas de fotografia. Se você me conhece bem já sabe: essa tatuagem de câmera no meu ombro não é a toa. Antes de conhecer o jornalismo, meu sonho era ser fotógrafa, e a paixão nunca foi realmente embora. Nesse semestre tivemos fotojornalismo B, com um professor que foi um dos maiores fotojornalistas da cidade de Campinas!

(minhas fotos produzidas e reveladas por mim em aula)

O aprendizado, não só técnico como histórico, foi maravilhoso. Eu passava a semana toda ansiosa pela sexta à noite para as aulas de fotografia. Tivemos uma introdução à história, fotografamos com câmeras analógicas e revelamos! Amei revelar! No final, tivemos um contato inicial com a fotografia digital (que será mais abordada no próximo semestre) e desenvolvemos um ensaio fotográfico.

O meu, obviamente, não poderia deixar a literatura de fora. Fotografei um sebo bastante conhecido da minha cidade, o que me rendeu um 10 no trabalho final. Enfim, foi uma disciplina muito gratificante e mal posso esperar por fotojornalismo B no ano que vem! Psicologia Aplicada e Assessoria de Imprensa também foram disciplinas que gostei muito de estudar e que vão deixar saudades.

Enfim, como já disse: foi um semestre cansativo, porém passou rápido demais e vai ser um daqueles de deixar saudades. Para o próximo fica o medo - a maioria dos meus veteranos me diz como o terceiro ano é o mais difícil e cansativo da faculdade. Começaremos as disciplinas de jornalismo aplicado, teremos aulas com professores um pouquinho mais rígidos (rs) e daremos continuidade à pesquisa sobre o G1 em 1 minuto. Tudo isso além da iniciação científica e da dança. Será que aguento?

Vamos aguardar mais um capítulo dessa saga até o diploma! haha


23 de dezembro de 2015

[Livro x Filme] A Esperança (parte 2) - Suzanne Collins

Pode conter spoilers dos outros filmes da saga.



Demorei um certo tempo pra conseguir assistir à adaptação. Primeiro porque ela foi lançada no pior momento do meu semestre na faculdade - o final - e eu não tinha absolutamente nenhum tempo pra ir ao cinema. Segundo que eu não estava lá muito preparada para assistir o final. Até decidi reler o livro pra ver se a dor diminuía, mas só aumentou (teve lágrima no final do livro, sim).

O filme se inicia a partir do momento em que Katniss está recebendo os primeiros cuidados após o ataque de Peeta contra ela. Essa parte é bem menos dramática do que no livro, onde ela demora dias até se recuperar e conseguir falar novamente. Já na adaptação, sua recuperação é bastante rápida e em pouco tempo ela já está debatendo com Coin sobre as possibilidades de invadir a Capital junto aos rebeldes.

Esse é o ponto principal em que gostaria de discutir nesse post. No livro, Katniss é proibida de ir à Capital por conta de sua saúde debilitada. Isso também acontece no filme. Porém, na obra original de Collins, Katniss se une à Johanna e participa de todos os treinamentos que a equipe designada para ir à Capital também participa. O desempenho em um teste final daria o aval sobre sua ida ou não à luta.

Porém, no filme isso foi totalmente modificado: ao saber que não poderia ir à Capital, Katniss apenas assente, concordando com Coin, e sai da sala. Após isso, sua ideia é infiltrar-se em um aerodeslizador de cargas que levará suprimentos para a Capital. 

Eu, particularmente, não tenho nada contra mudanças no enredo das adaptações. Porém nesse caso senti como se a personagem fosse subestimada. Na versão do filme, Katniss é capaz de mostrar sua força, sua superação, "matar um leão por dia" como dizemos popularmente. Já no filme tudo o que vemos é uma pontinha de rebeldia em uma garota que concorda com seus superiores por medo das consequências.

Além disso, a mudança acabou deixando de fora uma de minhas cenas favoritas - quando o esquadrão que irá lutar na Capital é formado e os rostos vão se reconhecendo e se sentindo confortáveis a medida em que entendem que todos ali tem algo em comum. Em nenhum momento é explicado o porquê, por exemplo, de Finnick aparecer no acampamento. Ele simplesmente aparece e pronto, agora é parte do esquadrão.

Com relação a mudanças, essa foi minha única ressalva. Todo o filme foi muito bem produzido e com diálogos bem fiéis. Quero destacar algumas das minhas partes favoritas, como o casamento de Annie e Finnick, que teve uma fotografia maravilhosa e takes lindos e também as cenas aéreas dos destroços da Capital e dos Distritos.

Mas meu coração cedeu e as lágrimas rolaram mesmo no reencontro entre Katniss e Buttercup, após o final da guerra. Vocês já sabem que meu fraco são gatinhos, mas gatinhos ruivos me deixam ainda mais boba, e um gatinho ruivo, triste e ronronando... Foi choro na certa. E surtinho. E micão.

A cena final também está espetacular, com o diálogo exatamente igual ao do livro (tanto que, aos prantos, o repeti junto à Katniss), cenas maravilhosas e dignas de final de trilogia! Me senti muito triste e com um pedaço de mim faltando ao sair do cinema (talvez seja o tordo que não apareceu no final dos créditos hahahaha) mas também com sensação de missão cumprida - por mim, por Collins, e por toda a população de Panem.

May the odds be ever in our favor!

(trailer legendado em HD)

22 de dezembro de 2015

[Resenha] Cansei de ser Gato: do capim ao sachê - Amanda Nori e Stéfany Guimarães

Gostaria de agradecer ao mundo, que gira ao meu redor. Ao meu umbigo, que é o centro do mundo, e aos seres humanos, que me servem.

Uma informação importantíssima sobre a pessoa que vos escreve: eu sou a louca dos gatos. Mesmo. Maluca. Com um coração cheio de pelinho de gato e que não pode ver um na rua que já sai correndo agarrar, sem contar os mil arranhões que tem pelo corpo de tanto apertar os próprios gatos.

Quando recebi a informação de que a Intrínseca sua linda iria publicar um livro do gatinho mais famoso da internet, o Chico, o meu coração chegou a palpitar. Eu amo o Cansei de ser gato e já acompanho a página há muuito tempo, soltando suspiros e gritinhos a cada nova foto publicada. E com o livro não foi diferente - cada página virada era um mini ataque cardíaco.

Mas vamos ao que interessa, porque se deixar eu escrevo 86 laudas apenas sobre como amo esses bichinhos barrigudos e bigodudos. Filho de designer, o livro do Chico não poderia deixar de ser lindo de morrer, né?! Quero destacar esse ponto antes de tudo porque logo ao abrir a capa falsa você já se depara com um trabalho artístico e caligráfico impecável, o que se mantém durante todo o livro. 



Aliado a todo esse design temos, é claro, o astro da história: Chico. E partimos realmente do Capim ao Sachê quando no primeiro capítulo as fotos contam a história de um Chico que saiu lá da roça tentar a vida na cidade grande, se deparou com humanos carinhosos e constituiu família com Madalena e seus filhotes. 

O decorrer do livro nos traz algumas imagens já conhecidas, publicadas nas redes sociais do gatinho, como é o caso de sua transformação em Amy Winehouse e nas personagens da série Orange is The New Black - por falar nisso, temos toda uma sessão dedicada a representações de Chico como cartazes e personagens de série.

Uma das partes que mais me chamou atenção pelo cuidado (e me fez dar gargalhadas, confesso) foi a reprodução de revistas com entrevistas do Chico. Tem gatinho na Caras, curtindo "a casa em Angra", na Capricho e até na Playboy! Um trabalho que, além de engraçadíssimo pra quem lê e identifica as características da revista, é de extrema originalidade.



Não tenho como não indicar um livro tão especial! Se você é gateiro, com toda certeza vai amar e querer passar o dia todo olhando as fotinhos do Chico. Se não é, é bem possível que aprenda a gostar (até porque o livro traz um guia de como funcionam os felinos).



Mais um livro que entrou facilmente para a lista dos meus favoritos do ano, sem sombra alguma de dúvida!

Infos:
Título Original: Cansei de ser gato - Do capim ao sachê
Autoras: NORI, Amanda; GUIMARÃES, Stéfany
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580578447
160 páginas
Livro cedido para resenha pela editora
Para comprar: Submarino | Americanas
(comprando através dos links do blog, a blogueira que vos fala ganha um dinheirinho pra investir em mais resenhas pra cá)

e teve gatinha querendo roubar o livro de mim, acredita só?!

20 de dezembro de 2015

Poesia Destilada 2.0

Olaaar!
Acho que vocês já perceberam algumas mudanças por aqui, né?! Pois bem.
O layout antigo foi o primeiríssimo que criei pro Poesia, lá em 2014 quando ele mudou de nome. Eu apanhei do html? Sim. E quase dois anos depois eu apanhei novamente, mas espero que tenha ficado minimamente bom.

Eu resolvi mudar, sim, porque já havia algum tempo que o outro layout estava aí e eu tendo a enjoar bastante rápido das coisas. Mas o principal motivo dessa mudança é mais uma forma simbólica de como o blog e o canal vão funcionar daqui pra frente.



Como vocês sabem, fiz uma pesquisa de opinião (responde lá, faz favô!) e já estou colocando em prática várias coisas que tenho lido por lá. Quero trazer conteúdo diferente pro blog, aumentar a frequência dos posts (e principalmente dos vídeos) dentre outras surpresinhas que vêm por aí.

Por enquanto, sigo pedindo paciência. O cenário novo dos vídeos, assim como toda a nova identidade visual, já está pronto, e o primeiro vídeo vai ao ar logo, logo! Além disso já tenho algumas resenhas em mente e, pra quem em conhece bem, sabe que uma delas é um dos livros que mais amei e achei fofo e quis morder!

Espero de coração que você goste do novo Poesia Destilada e que continue me ajudando a aprimorá-lo cada vez mais, seja deixando seu comentário aqui ou na fanpage, seja dando um like sequer num vídeo ou num post. Tudo isso me ajuda demais a perceber que eu não tô falando sozinha na blogosfera, viu? Vocês são muito importantes em todo o processo e saibam que tudo que consegui até hoje graças ao blog tem o dedinho de vocês (migas, aqui ó: eu conheci o John Green! e a culpa é de vocês!).

Enfim, muito, muito obrigada! E não esqueça de acompanhar as minhas outras redes sociais e do blog:




16 de dezembro de 2015

Pesquisa de Opinião! #2

Oi, seus lindos!
Sei que há alguns meses atrás (ok, talvez um ano) pedi ajuda pra vocês com uma pesquisa de opinião. Ela foi bastante útil pro blog, tanto que várias ideias de posts e de mudanças que hoje acontecem por aqui foram tiradas de lá.

Porééééém... O ano passou. E além de tudo, hoje temos como aliado o youtube! Dessa forma, resolvi que já era hora de criar uma nova pesquisa de opinião, que englobasse o canal e o blog. O esquema é o mesmo do anterior - através de um formulário do google, sem precisar de login, senha, cadastro, nada disso, é só responder e pronto!

(Link para contribuir: http://goo.gl/forms/xmvxEQ3lPv


São 3 perguntinhas de múltipla escolha e um espaçããão livre pra você me amar, me xingar, me mandar nudes - mas principalmente, deixar sua sugestão, seja de melhoria ou mesmo de um conteúdo legal que deseja ver aqui ou no canal. Super fácil, né?

Então, conto com vocês em mais essa jornada! Agradeço desde já a todos que responderem e juro juradinho que todas as respostas serão lidas e consideradas com carinho. Beijos procês!

14 de dezembro de 2015

[Youtube] O futuro do canal!




Pessoal, espero que o vídeo tenha sido bem explicativo e que vocês entendam o quão importante tá sendo pra mim essa mudança! O blog e o canal não vão acabar, mas preciso muito da ajuda de cada um de vocês para conseguir criar um conteúdo cada vez melhor.

POR ISSO, vamos ajudar a dona Ana?! Vamos.
Deixa aqui ou lá no youtube qualquer sugestão, crítica, reclamação ou amorzinho que você tenha em relação ao Poesia Destilada como um todo. Eu quero ouvir vocês! 

7 de dezembro de 2015

Assisti: Divertida Mente


Oi gente! Sei que estou bem sumida, porém não poderia deixar de dividir com vocês essa animação tão fofinha e que me deixou apaixonada em menos de 5 minutos. Estou falando de Divertida Mente, que já foi lançado há um tempinho, mas que só consegui assistir agora.
Em Divertida Mente entramos - literalmente - na cabeça de Riley desde o momento do seu nascimento, e conhecemos como as coisas acontecem por lá. Alegria, tristeza, nojinho, medo e raiva se revezam durante o dia para dar vida aos sentimentos da garota e ajudá-la a construir sua personalidade através de memórias. Porém, quando a garota é obrigada a mudar de cidade e deixar para trás seus amigos, sua escola e sua casa, as coisas começam a ir muito mal e fogem do controle da Alegria, que até então havia ajudado a construir a maioria das memórias da menina.
Pode parecer só mais uma animação da Pixar com personagens fofinhos, mas é muito mais do que isso. Na verdade terminei o filme me perguntando o porquê desse filme não ser tão mais conhecido e amado.

Todos os personagens são muito cativantes, mas preciso dar destaque a uma em especial: a Sadness. Sadness é a responsável pela tristeza de Riley. Apesar de parecer meio estranho gostar tanto dessa personagem, eu garanto a vocês que é impossível não adora-la! 

Sadness é toda triste (obviamente) e se sente fracassada, mas mesmo assim não consegue deixar de fazer coisas erradas e arruinar tudo, o que a faz entrar em um eterno conflito com Joy (a alegria). E é no meio de um desses conflitos que ambas são sugadas para um local totalmente diferente da mente de Riley, deixando-a somente com os sentimentos de nojo, medo e raiva.



Ao meu ver, esse sumiço dos sentimentos de tristeza e alegria caracteriza uma fase de depressão da garota. Todas as atitudes dela, e o que acontece dentro da mente (como a perda dos laços de confiança e amizade, representados por ilhas) são sintomas da depressão. Inclusive a falta de tristeza e de alegria. 

Muitas pessoas acreditam que uma pessoa com depressão sente uma enorme tristeza o tempo todo - e muitas vezes isso realmente acontece. Porém, a doença também pode ser caracterizada pela perda de qualquer sentimento - a pessoa não consegue ser feliz, mas também não está exatamente triste. Só não consegue sentir nada.

Esse foi um dos melhores filmes que assisti em 2015 e entrou fácil pra minha lista de favoritos! Divertida Mente trata de assuntos sérios com uma delicadeza e magia que só as animações da Pixar são capazes de conseguir. Aproveita o fim de ano e as férias pra conhecer a fofura que é essa animação!



(trailer legendado em HD)