4 de maio de 2015

Livros que marcaram minha vida

Oi gente! O post de hoje é especial: a Carol é uma linda, minha amiga da faculdade, e disse que visita todos os dias meu blog e que queria mais atualizações. Ela me deu muitas dicas do que postar, e o post de hoje só saiu graças à ela :) heh

É muito difícil listar os livros que marcaram a minha vida porque, basicamente, todos os que li até hoje cumpriram esse papel de alguma forma. Porém, os escolhidos pra esse top 4 são, de alguma forma, mais especiais que os outros por diversos motivos.

1. O Assassinato do Conto Policial - Paulo Rangel

Estudei em uma escola que, a partir do sexto ano (antiga quinta série) nos dava uma lista de livros a serem lidos. Em média a lista continha 4 livros divididos entre as matérias da grade, e em um desses anos, O Assassinato do Conto Policial seria trabalhado pela disciplina de língua portuguesa. A história do livro se passa em grande parte dentro de uma redação de um jornal, e esse foi o meu primeiro contato com diversos jargões do jornalismo, como foca - o estudante de jornalismo ou jornalista iniciante. Não vou dizer que a partir daí nascia minha paixão pela profissão. Demorou mais uns 2 ou 3 anos. Mas hoje em dia, vendo tudo isso mais de perto, é impossível não revisitar lembranças da época em que li o livro.

2. As Vantagens de Ser Invisível - Stephen Chbosky

Li As Vantagens de Ser Invisível quando tinha mais ou menos a mesma idade do Charlie, personagem principal, uns 16 anos. A identificação com ele foi imediata. É difícil traduzir para o português o adjetivo wallflower, usado no título original do livro, palavra traduzida para invisível, então deixo um quote que resume:
“He's a wallflower. You see things. You keep quiet about them. And you understand.”
Eu me senti muito contemplada por essa definição. Mas mais do que isso, eu me identifiquei com todo o contexto em que o personagem estava inserido - a falta de amigos, a solidão numa escola nova. Hoje, depois de 5 anos que o li pela primeira vez, me identifico mais ainda, principalmente porque me sinto como se também tivesse encontrado amigos como Sam e Patrick, porque vivi situações parecidíssimas nos períodos de depressão e, por fim, me senti infinita. As razões pra esse livro terem me marcado tanto (e a cada releitura, continuar me marcando) são tantas que daria um post só pra ele. Mas por enquanto, digo: é o livro da minha vida (tá, pode ser que divida essa posição com um dos próximos que vou citar rs)

3. Quem é Você, Alasca? - John Green

Vamos começar por um motivo que, por si só, já marcaria minha vida: foi o primeiro livro do John Green que eu li. Depois dele, uma paixão avassaladora tomou conta do meu coração e hoje o menino Green pode ser considerado meu autor favorito e dono do meu coração. Depois, vem a história. Você pode achar que todo livro do John segue os moldes de A Culpa é das Estrelas e fala sobre casais fofinhos e infinitos maiores que outros e todo aquele esquema água com açúcar. Mas Quem é você, Alasca? vem pra te mostrar que não. Vem pra te mostrar que, mesmo num young adult é possível tratar de assuntos sérios e delicados e de forma poética e profunda. Eu acho Alasca e toda sua história tão profundos, que em momentos difíceis da minha vida tiro 5 minutos pra ler meus quotes marcados do livro e sei que, de alguma forma, eles irão me ajudar. Ainda tá pouco de motivos? Pois deixo mais um: a Alasca complementa todas as minhas características que o Charlie não deu conta.

4. A Redoma de Vidro - Syvlia Plath

De todos os livros citados, esse foi o que li mais recentemente, mas logo de cara soube que marcaria minha vida. Contei um pouco lá na resenha que decidi ler o livro por indicação de uma amiga que, antes que eu, já sabia o quão importante esse livro seria pra mim. Há quase um ano atrás me vi em um dos piores momentos da minha vida. Hoje conto isso ainda com o coração apertado, mas muito mais tranquila e ciente de tudo que aconteceu, mas na época era completamente assustador pra mim viver tudo que eu estava vivendo. Nas páginas de A Redoma de Vidro encontrei retratadas todas as minhas dúvidas, todos os meus medos, todas as vezes em que pensei estar enlouquecendo. Mais importante do que isso: eu me senti menos sozinha num mundo em que, infelizmente, a depressão ainda é tão pouco compreendida. Só tenho a agradecer ao universo (e à Drielly) por ter tido a oportunidade de ler essa história. Sylvia, um abracinho pra você, onde quer que esteja.

1 comentários :

  1. Olhando sua lista não li nenhum livro desses, porém lendo o seu comentário vi que eu deveria colocar alguns na minha lista de livro para esse ano, os que mais atiçou a minha curiosidade são: Quem é você, Alasca?. Redoma de vidro.

    sonhoseaventurasdamor.blogspot.com.br

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