27 de agosto de 2014

[Resenha] Garota Exemplar - Gillian Flynn

Ele fez uma pausa e eu sei que está prestes a mentir. O pior sentimento: quando você tem simplesmente que esperar e se preparar para a mentira.

Resenhar esse livro sem dar spoilers é uma tarefa bastante difícil, diga-se de passagem. Garota Exemplar foi um livro que me deixou sem palavras, e ao mesmo tempo com uma vontade imensa de contar pra todo mundo o seu desfecho. 

Amy e Nick Dunne estão casados há cerca de 5 anos. Ela, filha de autores de livros infantis que escreveram toda uma coleção sutilmente baseada nela mesma - Amy Exemplar -, que os ajudou a enriquecer. Pós-graduada em psicologia, Amy costumava criar testes de personalidade para revistas. Ele, jornalista frustrado que perdeu seu lugar de prestígio em uma revista após o boom da internet e decide que já é hora de se mudar de volta para sua cidade natal, no Missouri, e abrir um bar com sua irmão gêmea Go. Tudo contra a vontade de Amy.

Na manhã do quinto aniversário de casamento do casal, Amy desaparece misteriosamente. A casa tem sinais de luta na sala, mas nenhuma outra pista que indique o paradeiro de Amy. Começa então uma busca meio sem direção ainda, nas redondezas da casa. Dentre as pistas encontradas pela polícia na casa, está o presente de aniversário de casamento deixado por ela a Nick. Entre eles existia a tradição de "caça ao tesouro" todos os anos, em que a última pista levaria ao presente. 
Nick, então, começa a seguir as pistas deixadas por Amy, que tornam o seu desaparecimento ainda mais sinistro.

O livro tem diversas divisões. A primeira delas é em partes: Rapaz Perde Garota, Rapaz Encontra Garota e Rapaz Consegue Garota de Volta (ou vice-versa). Já adianto pra vocês que o título dessas divisões engana bastante. Em segundo lugar, há a divisão entre os narradores da história. Os capítulos são intercalados entre o diário de Amy, onde há uma pequena retrospectiva de como era sua vida antes de Nick, como se conheceram, casaram e um pouco da vida dos dois até o dia antes de seu sumiço, e também os capítulos contados por Nick, no presente.

Através do diário de Amy conhecemos um outro lado que nos faz fortemente suspeitar de Nick - não só nós, como também a polícia, que após encontrar o diário tem nele seu suspeito número um. Paralelamente a isso, conhecemos um Nick muito pouco interessado em realmente encontrar sua esposa - sorrindo em momentos inadequados, aparecendo em fotografias com outras mulheres e deixando vazar para a mídia seu caso com uma aluna da faculdade muito mais nova do que ele.

Eu não quero me prolongar muito e acabar soltando tudo aquilo que está na ponta da língua! 
A construção dos personagens foi muito bem feita, mas fiquei em dúvida se gostei ou não do livro. O final me deixou bem perturbada e sem saber o que pensar, se gostei, se não gostei... O ponto é: eu recomendo essa leitura porque é diferente de tudo que eu já tinha lido. Se você já leu Garota Exemplar, não deixe de compartilhar comigo sua experiência de leitura nos comentários, quero muito saber se só eu precisei de um tempo pra absorver a história.

Ps.: Lembrando que em Outubro chega aos cinemas a adaptação cinematográfica do livro! O trailer foi o que me fez sentir mais vontade de ler o livro, e você pode conferir aqui



Infos:
Título Original: Gone Girl
Autora: FLYNN, Gillian
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572902
447 páginas
Livro cedido para resenha pela editora. 
Para comprar: Submarino | Americanas
(comprando através dos links do blog, a blogueira que vos fala ganha um dinheirinho pra investir em mais resenhas pra cá)

25 de agosto de 2014

Minha experiência com a Bienal do Livro em SP

Oi gente!
Antes de tudo gostaria de dizer que essa é só a minha visão sobre o evento. Pela internet, em grupos e blogs, vocês vão encontrar as mais diferentes experiências - boas e ruins -, então esse não é o único texto que deve ser levado em consideração quando o assunto é a Bienal, ok?

No último final de semana estive na tão esperada Bienal Internacional do Livro em São Paulo. Esse foi com certeza um evento que esperei por bastante tempo, e talvez minhas expectativas fossem muito grandes, coisa que pode ter atrapalhado um pouco na minha perspectiva geral. Mas vou contar um pouquinho sobre o que aconteceu e vocês me contem se, na opinião de vocês, os fatores internos tiveram mais peso nessa percepção.

Cheguei em São Paulo por volta das 21h do dia 22, sábado. Cheguei esse horário porque tinha algumas coisas para resolver na cidade, e viraria a noite acordada até o horário de ir para o Anhembi. Cerca de 5h30 da manhã resolvi apenas passar em frente ao parque de exposições pra me localizar, saber onde era e esperar o horário de entrar... Qual não foi minha surpresa ao saber que já tinham muitas pessoas lá, formando fila?! Fiquei abismada. Desci do carro e entrei na fila também. Descobri assim que algumas pessoas chegaram lá às 3h da manhã (!!!!). Em menos de 1h a fila já tinha dobrado de tamanho, e antes das 7h já ultrapassava os portões de entrada do local.

Meus problemas começaram ali. Eu enrolei mesmo muito tempo pra comprar os ingressos e resolvi comprar lá, na hora, imaginando que todo mundo já tinha comprado e estava bem e feliz na fila. Engano meu. Uma fila gigantesca se formou para esperar a bilheteria abrir, e o descaso por parte da organização estava evidente. A cada momento, um horário diferente nos era passado para a abertura: às 8h, às 8h30, "daqui a 5 minutinhos" e, por fim, às 9h.

Quando finalmente consegui o meu ingresso e fui procurar o final da fila para a entrada... Era simplesmente impossível. Ao redor da porta de entrada ao evento, centenas de pessoas aglomeradas, com pouco espaço, no sol forte, sem conseguir respirar. Mais pro final, a coisa foi tomando forma e a partir do portão de saída do parque uma fila indiana se formava até virar a esquina. As pessoas gritavam, vaiavam, e se aglomeravam de uma tal forma que passar por eles pra ir até o banheiro foi como uma missão impossível.

Eu sinceramente não sei como a organização do evento conseguiu, mas depois de algum tempo sentada na sombra acreditando que eu nunca entraria no evento, uma fila começou a se formar e a entrada foi até tranquila. Consegui entrar por volta das 10h.

Lá dentro, ao menos no momento em que entrei, tudo estava bastante organizado. A fila para retirada das senhas dos autógrafos da Kiera Cass e Cassandra Clare estava gigantesca, mas organizada. Dei uma volta por alguns estandes - mais em busca do estande da Intrínseca do que analisando os outros, confesso -, e fui para o encontro de blogueiros da editora.

O evento foi bastante bacana, não foi lotado, e atrasou só alguns minutinhos (estava marcado para as 10h, mas nesse horário poucas pessoas haviam entrado). Conhecemos o que a editora já lançou de legal no primeiro semestre desse ano e todas as novidades que vêm por aí no próximo. A surpresa ficou por conta da presença de Hugh Howey, autor de Silo. O moço foi todo simpatia, não poupava elogios e se disse encantado com os fãs brasileiros. Rolou um bate papo bem legal sobre mercado editorial, blogosfera e publicações, e uma mini-sessão de autógrafos (da qual eu não fiz parte porque não tinha o livro :< )
No final, todos os participantes ganharam um kit com ecobag, camiseta e bottom. Muito amor!

Quando saí do evento, eu juro que assustei: o número de pessoas era, basicamente, umas 10x maior do que no início, e só havia passado 1h30 desde o momento da abertura dos portões.
Como já era quase 12h e eu não comia nada desde a madrugada, fui para a área dos restaurantes. Nas duas extremidades da Bienal haviam locais para comer, sem contar as barraquinhas entre os estandes, mas as filas eram absurdas e os preços mais ainda. Eu não sei se o problema foi a Bienal, já que na própria rodoviária do Tietê os preços também estavam bem salgados, mas uma latinha de refrigerante custar 5,00? Uma garrafinha de 500ml quase R$10,00?
Por diversas vezes senti que ia desmaiar a qualquer momento. Não se passava menos de 30 minutos numa fila pra comer, e as mesinhas para a alimentação eram escassas. Não era raro ver pessoas comendo sentadas no chão - isso inclusive acontecia em todos os espaços possíveis.

Por fim, passei todo o meu tempo na Bienal sentada porque me movimentar pelos corredores era impossível. Fui inclusive empurrada e mal tratada por um funcionário de uma editora que pensou que eu estava tentando cortar fila de uma sessão de autógrafos quando na verdade eu só estava parada no corredor porque as pessoas simplesmente não se moviam.

Minha conclusão é de que a falta de organização estragou um evento que tinha tudo pra ser espetacular. 80% das pessoas que buscam a Bienal do livro têm a intenção sim de comprar livros, inclusive uma lista extensa deles, e mal conseguiu chegar ao estande onde eles eram vendidos. O que eu via eram centenas de pessoas que pagaram pra entrar num evento e ficarem sentadas no chão. O espaço definitivamente não comportava o número de pessoas que tinha, e por muitas vezes imaginei que se passasse mal lá no meio ou se um incêndio começasse, seria impossível correr dali.

Acredito que para as próximas edições, a organização do evento precisa urgentemente rever a questão dos ingressos. Não dá pra fazer um evento desse porte e não colocar um limite de ingressos à venda por dia. Será que o aprendizado só será válido o dia em que um acidente acontecer? Muitas pessoas conformadas me disseram "mas a Bienal é assim, sempre tem tumulto". Sinto muito, mas se for mesmo dessa forma, boa parte do público não voltará mais. Eu havia comprado ingresso para dois dias, e voltei pra casa sem a coragem de aparecer por lá no domingo.

Espero de coração que esses problemas sejam resolvidos, é triste ver um evento que tem tudo pra ser fantástico pecar em algo tão importante.

Se você passou por alguma situação parecida, se achou o evento ótimo ou teve qualquer experiência com a Bienal, não deixe de comentar e compartilhar comigo sua impressão!

22 de agosto de 2014

Encontro de Blogueiros na Bienal - Editora Intrínseca

Bom dia!

Hoje é um dia bastante especial: é o primeiro dia da Bienal do Livro em São Paulo!
E como não poderia ser diferente, eu me desdobrei em mil e vou comparecer nesse final de semana, 23 e 24. Quem me encontrar por lá ainda pode receber um dos marcadores que fiz especialmente para distribuir por lá ^-^

A Bienal, além de ser um espaço ótimo para conhecer os lançamentos das editoras, encontrar autores e participar de sessões de autógrafos, é um ambiente incrível no que diz respeito a conhecer novas pessoas. Não são poucas as editoras que têm em sua programação encontros entre blogueiros e leitores de determinados livros ou sagas.

Pensando nisso, a editora Intrínseca, nossa parceira, estará realizando um encontro de blogueiros no sábado, dia 23!


O convite é aberto a todos aqueles que queiram trocar mais informações, divulgar seu site ou blog e conhecer outras pessoas que compartilham da mesma paixão.
Eu vou estar por lá com certeza! Nos vemos então?!

20 de agosto de 2014

[Resenha] Pausa - Colleen Hoover

"Ela fecha os olhos com força, e lágrimas escorrem por suas têmporas, caindo em seus cabelos. Beijo-as. Beijo o rosto dela e as lágrimas e os olhos e as bochechas e os lábios. Ela precisa saber o quanto a amo."
Pausa é o volume 2 da trilogia Slammed e pode conter spoilers do primeiro livro. Clique aqui para a resenha de Métrica.


A história de Pausa se passa aproximadamente um ano e meio após o final de Métrica
O segundo livro da trilogia, dessa vez narrado pelo mocinho Will, se inicia alguns meses após a morte da mãe de Layken. 

Assim como Will, a garota se torna tutora de seu irmão mais novo, e completamente responsável por todas as tarefas familiares. O casal continua morando em casas vizinhas, e se revezam para cuidar dos garotos. Lake está na faculdade e Will deixou seu emprego como professor para também se dedicar à faculdade, e os amigos Eddie e Gavin estão cada vez mais próximos ao casal. Além deles, outros personagens aparecem na história, como a vizinha Kiersten e sua mãe.

Tudo corria bem na vida do casal, que ainda seguia uma promessa feita à mãe de Lake: sexo só depois de um ano juntos. Dentre as aflições de esperar o momento certo e os desafios de criar as duas crianças, surge o último presente deixado pela mãe antes de morrer - um pote com diversas estrelinhas de origami, cada uma delas com uma mensagem especial escrita dentro. Essas mensagens se tornam um refúgio para ambos. Sempre que se sentem aflitos, encurralados ou com dúvidas, é nas palavras da mãe de Lake que encontram uma saída.

Na volta para a faculdade, Will depara-se com um fantasma de seu passado: sua ex namorada, que não suportando o fato de Will perder os pais e tornar-se totalmente responsável por seu irmão, o deixou há cerca de 3 anos. O fato não é comentado com Lake, mas obviamente as coisas não saem como planejado e em determinado momento o encontro vem à tona, abalando as estruturas do relacionamento dos dois.

Particularmente achei Pausa muito mais poético e profundo do que Métrica. O episódio da volta da ex-namorada é só a ponta do iceberg de tudo que os personagens terão de enfrentar no livro. É impossível não sentir a tristeza de Lake ao se sentir traída e a agonia de Will por consertar as coisas.

Além das mensagens motivacionais da mãe de Lake, cada capítulo se inicia com uma passagem do diário de Will, o que torna com certeza a história mais agradável àqueles que buscam o lado mais poético do livro.
"Se eu fosse um carpinteiro, eu construiria para você uma janela para minha alma. Mas eu deixaria a janela fechada e trancada, assim, toda vez que você tentasse olhar por ela... tudo que veria seria seu próprio reflexo. Você veria que minha alma é um reflexo de você..." (Will, pág. 64)
Por fim, achei uma ótima leitura, de um ótimo livro, mas não uma ótima continuação.
É o típico "terceiro-livro-da-trilogia", o miolo da história, que nos separa da apresentação da trama, no primeiro livro, ao desenrolar da história, no último.

Infos:
Título Original: Point of Retreat
Autora: HOOVER, Colleen
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501401892
302 páginas.
Para comprar: Submarino | Americanas
(comprando através dos links do blog, a blogueira que vos fala ganha um dinheirinho pra investir em mais resenhas pra cá)

18 de agosto de 2014

Inspiração: Blogosfera Literária

Olá leitores!

Sei que o blog está bastante abandonado, mas trago notícias heh.
Nas últimas semanas tenho passado por um momento bastante difícil, onde nem me dedicar ao blog estava me ajudando. Resolvi então dar uma afastada das redes sociais, e isso infelizmente incluiu o blog. Aos poucos estou percebendo minha melhora e voltando a ativa, e espero que isso não tenha afetado em  nada minha relação com vocês, leitores.

Em meio a tudo isso, às novidades (quem aí percebeu que agora temos domínio próprio?!) e a agitação para a Bienal do Livro, criei um grupo no facebook especialmente para os blogueiros literários.
Sim, eu sei: existem milhares desses por aí. Mas o grande diferencial é que ele definitivamente não é mais um grupo de divulgação. É um grupo para que possamos trocar ideias, informações úteis, dicas de livros, discutir sobre assuntos importantes dentro da blogosfera (como parcerias com editoras, dicas de resenhas) e ainda conhecer pessoas que compartilham do mesmo gosto pelos livros e, claro, pela "blogagem".

Todos estão convidados a participar e contribuir!
Apenas atentando-se às regras, onde há dias certos para divulgação de resenhas e afins.

Espero que todos se sintam em casa no grupo e à vontade para compartilhar conosco dúvidas, sugestões e críticas.

https://www.facebook.com/groups/1468444223406914/

Sejam muito bem vindos! ^-^

4 de agosto de 2014

[Parceria] LeYtoras - Editora Leya!

É com muita alegria que hoje trago para vocês uma novidade maravilhosa: o blog Poesia Destilada é o mais novo parceiro do selo Leytoras, da Editora Leya \o/

"Leytoras é um selo dedicado aos livros femininos da Editora Leya. Todo o universo feminino, sua graça, seus segredos, suas fases, seus medos, sua coragem. Amores, desamores, romance, afeto. Cores, luz, sombra, susto e calmaria. Essa singularidade plural da mulher é sempre muito bem representado pelas edições do selo Leytoras."

Dentre os livros que fazem parte dessa seleção, estão romance, chick-lit, new adult e até literatura erótica; divididos entre os livros da editora Leya e também de seus selos Casa da Palavra, Lua de Papel e Quinta Essência.

Separei para vocês alguns dos livros mais legais do catálogo:

Dublin Street - Samantha Young
Traumatizada pelo seu trágico passado, a americana Joss muda-se para a Escócia, na romântica Edimburgo, onde espera começar uma nova vida. Durante quatro anos tenta negar memórias dolorosas, refugiando-se na escrita, no sonho de um dia, finalmente, pôr os seus fantasmas no papel. Mas de repente tudo muda... Quando vai morar em um luxuoso apartamento na Dublin Street, conhece o desconcertante Branden, um carismático milionário que exerce sobre ela um irresistível fascínio. Joss se vê numa encruzilhada. Sabe que a atração entre ambos é imediata, avassaladora. Mas os demônios do seu passado a impedem de se entregar ao sensual escocês.



6 de Abril - Sveva Casati Modignani
Um romance intenso e empolgante dedicado especialmente às mulheres: as de ontem, que lutaram para assumir as rédeas de seu próprio destino, e as de hoje, que tem a sorte de poder usufruir da autonomia conquistada. A personagem central, Irene Cordero, sofre um ataque em plena luz do dia, na igreja de San Marco, em Milão. A medida que vai recobrando a memória e lembrando de momentos do passado, Irene percebe que, sua mãe e sua avó também passaram por uma crise parecida no passado. Em busca de respostas, ela encontrará forçar para se renovar com serenidade e confiança.



A Peculiar Tristeza Guardada num Bolo de Limão - Aimee Bender
Rose Edelstein é uma menina que descobriu ter um talento incomum: ela sente o sabor das emoções das pessoas que preparam aquilo que come. E tudo começou semanas antes de seu aniversário quando, depois de uma briga com seu pai, sua mãe resolveu fazer um delicioso bolo de limão. Imagine o que você faria se seu paladar pudesse decifrar o gosto das emoções? É com isso que Rose tem de conviver daqui para frente. Com apenas 9 anos, a curiosa menina sabe o que cada um sente secretamente e percebe que nunca mais comerá seus pratos preferidos do mesmo jeito. E o que ela pode fazer para lidar com isso?


À editora Leya, agradeço a confiança depositada no blog! Espero que essa parceria renda ótimos frutos!