29 de abril de 2014

[Resenha] A Visita Cruel do Tempo - Jennifer Egan

Em que momento exato você se desviou só um pouquinho da vida relativamente normal que vinha levando até então, em que momento ela se desalinhou de maneira infinitesimal para a esquerda ou para a direita, embarcando assim na trajetória que acabaria por levá-lo para onde se encontra agora?



Oi gente!
Estou tentando colocar minhas resenhas em dia - são pelo menos 4 livros que fiquei adiando. 

Hoje vou falar sobre A Visita Cruel do Tempo, da autora Jennifer Egan. Quando trabalhava na livraria, namorei por muito tempo esse livro, mas a oportunidade só surgiu agora. 
Foi ganhador do prêmio Pulitzer na categoria Ficção, além de ser muito aclamado pela crítica mundial.

No livro, não há protagonistas. Todos os personagens são "principais" e igualmente importantes para a construção da trama, que busca retratar a passagem do tempo através de diferentes gerações. Alternando entre passado - década de 70 -, o presente e o futuro, o livro em seus 13 capítulos dá diferentes visões de uma mesma história.

A história se inicia com Sasha, uma cleptomaníaca que descreve todas suas experiências para seu terapeuta. A partir daí, todos os personagens estão interligados - Bennie Salazar, seu ex-chefe e um grande produtor musical; Rhea, sua amiga de adolescência; Lou, mentor de Bennie; Dolly, relações públicas em fim de carreira que trabalho com a ex-mulher de Bennie, dentre outros.

Enfim. De alguma forma, todos os personagens estão ligados, retratados em capítulos que utilizam-se dos mais diversos tipos de escrita. Alguns em 1ª pessoa, outros até em 2ª, e o incrível capítulo escrito apenas em gráficos, setas e slides.

É um livro que retrata, de forma nua e crua, o impacto que o tempo tem em nossas vidas. Não há uma história concreta, cada capítulo pode ser lido isoladamente, pois trás histórias paralelas de cada personagem, mas que ajudam na montagem final.

Adorei o estilo de escrita da Jennifer! Com certeza é um grande merecedor do Prêmio Pulitzer.

Quero destacar o capítulo que mais me chamou atenção - Como vender um General - onde Dolly presta serviçoes a um general acusado de genocídio que tenta reconstruir sua imagem pública.

Amei também a capa e como ela sintetiza exatamente a ideia central do livro: se observar bem, você consegue distinguir diferentes contornos de partes do corpo. Mãos, rostos, olhos... Todos sobrepostos.

Foi com certeza um dos melhores livros que li esse ano!

Infos:
Título Original: A visit from the goon squad
Autor: EGAN, Jennifer
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580571295
336 páginas.
Para comprar: Submarino | Americanas 
(comprando através dos links do blog, a blogueira que vos fala ganha um dinheirinho pra investir em mais resenhas pra cá)



27 de abril de 2014

[Resenha] A Elite - Kiera Cass

Não era como se a minha presença fizesse o mundo dele mais feliz. A sensação que eu tinha era de ser o mundo dele. Não havia explosões. Não havia fogos de artifício. Era uma chama lenta, queimando de dentro para fora.





A Elite é o volume 2 da trilogia "Seleção", escrita por Kiera Cass. Você pode conferir a resenha do volume 1 aqui 

No segundo volume da trilogia restam apenas 6 garotas no castelo e na grande seleção, dentre elas America Singer, sua melhor amiga Marlee e a asquerosa Celeste.
O coração de America está claramente dividido entre Maxon, o principe (que, sim, conseguiu uma chance no coração da menina durona) e Aspen, seu antigo amor que havia se tornado guarda no castelo.

O principe faz absolutamente tudo pela garota, inclusive a leva até uma biblioteca secreta do palácio, o único lugar em toda Illéa onde livros são permitidos. Lá também há computadores, atlas, documentos históricos - tudo aquilo que a população estava proibida de ter acesso. Maxon permite que America leve um livro para ler em seu quarto, com a condição de que se torne um segredo que jamais fosse relevado.
America escolhe aquele que seria o diário de Gregory Illéa, o "fundador" do reino, tido como grande herói da nação. O que era para ser apenas uma pesquisa sobre antigos costumes, acaba revelando que Gregory não foi exatamente um herói, e a revolta de America começa aí. 
O sistema de castas havia sido criado da seguinte maneira: aqueles que doavam mais dinheiro para a reconstrução e criação do país - agora governado por um rei - recebiam os títulos das castas mais altas, enquanto quem não tinha tanta grana para contribuir - no caso, a maioria da população -, era distribuido para as castas inferiores.

O estopim da revolta de America foi a expulsão de Marlee do palácio, acusada de traição à família Real, após seu romance com um guarda ter sido descoberto. A punição? Açoitamento em praça pública.
O episódio, além de despertar ódio pelo príncipe, serve para que os encontros entre America e Aspen fossem cada vez menos frequentes.

No meio de tanta fúria e descobertas nada interessantes, America decide que chegou a hora de deixar a Seleção, mas quer sair em grande estilo.
Uma de suas tarefas como candidata a  futura rainha de lléa, era a criação de um projeto de caridade que seria apresentado a todo país, no Jornal Oficial.
Naquela noite, e sabendo que seria expulsa da Seleção logo após sua apresentação, America defendeu o fim do sistema de castas, apresentando seu segredo como justificativa: o diário de Gregory.

Achei o livro interessantíssimo, melhor que o primeiro volume. Em minhas resenhas, procuro focar aquilo que mais me prendeu ao livro, então talvez eu tenha deixado de lado diversos aspectos, como o romance presente na história.
É importante ressaltar que nesse volume as invasões ao palácio pelos rebeldes são cada vez mais frequentes e violentas, e a protagonista surge com a teoria de que as invasões eram motivadas pela busca dos livros escondidos no palácio. Muitos segredos são revelados no livros - como a outra face do rei -, mas também muitos outros são lançados no ar.

Confesso que estou muito ansiosa pela próximo e último livro (que será lançado no dia 6 de Maio e já está em pré-venda!). Minha curiosidade maior acaba sendo quais os outros mistérios por trás de Illéa e não quem será a escolhida (e o escolhido por America) no final das contas.


Infos:
Título Original: The Elite
Autor: CASS, Kiera
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765121
360 páginas.
Para comprar: Submarino | Americanas
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26 de abril de 2014

Review : Kobo Touch

Oi gente!
Na última semana, quando recebi a notícia da parceria com a editora Intrínseca, me deu um certo desespero: optei por receber os livros da editora no formato de e-book, por questões ecológicas e de espaço, mas ler no computador demoraria o dobro do tempo do livro físico. Quando contei, aflita, pra minha mãe, ela resolveu me presentear com um e-reader!
Fiquei muito feliz, apesar do preconceito que tinha com os livros digitais. Aí veio a parte mais difícil: escolher o modelo.

Nunca tive contato com o Kindle, eu sequer já vi um pessoalmente (e, até outro dia, nem sabia como ele era). Pesquisando, descobri que os e-books são comprados pela Amazon e que os formatos são um tanto quanto específicos. Confesso: não me interessei nenhum pouco por ele.
Parti para o Kobo. Com ele tive uma certa vivência nos meses que trabalhei na Livraria Cultura. Já conhecia um pouco das manhas e já tinha pego vááários em mãos.
Optei por ele.

Na hora da compra, apesar de ser um presente, quis economizar ao máximo. No site da Livraria Cultura - a unica que distribui o e-reader no Brasil - o Kobo Touch sai por R$399,00 somente na cor preta. Entrei no site do Enjoei, um tipo de brechó online amor demais e com coisas lindíssimas. Encontrei o mesmo Kobo, na cor branca/lilás por 280 dinheiros.
Em menos de uma semana ele chegou em minha casa, vindo de BH, com frete grátis. O valor incluía o Kobo Touch, uma capinha protetora e ainda ganhei de brinde o cartão de memória.
Foi amor demais quando o pacote chegou! Veio todo embrulhadinho, com florzinha enfeitando e um bilhete fofo da antiga dona.
Apesar de usado, meu Kobo está em perfeito estado. Mesmo! Sem uma marquinha se quer.



Mas vamos ao que interessa: minhas primeiras impressões.

Especificações técnicas:
Tela - 6" Pearl E Ink touch screen Vizplex V220 display 16 níveis de cinza Cores - branca, preta, prata, lilás e azul Armazenamento - 2GB, sendo 1GB disponível para conteúdo (até 1000 eBooks) Expansão de memória - cartão de memória SD de 32 GB Conectividade - Micro USB e Wi Fi 802.11 b/g/n Bateria - Mais de 1 mês (dependendo do uso pessoal, duração pode variar) Processador - 800 MHZ Tela em preto e branco Formatos de leitura - livros - EPUB, PDF e MOBI - Documentos - PDF - Imagens - JPEG, GIF, PNG, BMP e TIFF - Texto - TXT, HTML e RTF - Quadrinhos - CBZ e CBR Fontes - 11 estilos de fontes e 24 tamanhos diferentes Softwares - Software para Desktop Grátis Kobo Novo e Aperfeiçoado

Bom, confesso que apanhei um pouco dele. Não sei como é comprando direto da Livraria, mas o meu veio sem o manual de instruções. Pesquisando a internet é possível encontrar o manual do aparelho em diversas linguas.

Antes de tudo é preciso ter uma conta no site da Livraria Cultura ou da Kobo. É rapidinho e só precisa confirmar um e-mail.
Depois, o manual diz que é necessário baixar o aplicativo do Kobo em seu computador - e foi aí que meus problemas começaram.
Lá você consegue comprar e-books diretamente pelo site da Cultura, mas não era minha intenção (e nem é, por enquanto). No meu caso, eu queria transferir os e-books que eu já tinha em meu computador para o e-reader, coisa que, segundo o manual, é perfeitamente possível.
Tentei de TODAS as formas. Juro. Segundo o site de ajuda da Kobo, era só "arrastar" o arquivo para a pasta, sem a necessidade do aplicativo. O porém é que a pasta do e-reader tem diversas outras pastas dentro dela, e em nenhum lugar havia a orientação de qual era a correta.
Acabei colocando meus e-books no cartão de memória e até hoje não sei sincronizar meus arquivos pelo aplicativo da Kobo.

(O e-reader, que esqueci ligado e detonei a bateria - usando corretamente dura cerca de 1 mês - e a capa)


Depois desses probleminhas foi só alegria!
A leitura é realmente agradável e muito similar ao papel.

Algumas considerações importantes:
1. O modelo que adquiri é o mais simples e não possui luz interna especial para leitura. Nesse caso, o modelo indicado é o Kobo Glo, um pouquinho mais caro.
2. Apesar de aceitar arquivos no formato PDF, é aconselhável a leitura em ePUB. O PDF não se ajusta à tela quando há aumento da fonte (no caso, o Kobo trabalha com zoom nos aquivos em PDF). Ou seja: é necessário "navegar" pela página para a leitura. Já o ePUB se ajusta perfeitamente à tela, permitindo o ajuste no tamanho das fontes sem perder essa propriedade.

Li o livro "A Visita Cruel do Tempo", que logo terá resenha no blog, todinho pelo Kobo. Achei bem prático, ele é super leve, e me ajudou em um ponto bastante específico: não tenho lá muito tempo pra ler com trabalho + faculdade. Demoro 40 minutos pra chegar na aula, de ônibus, mas nunca conseguia ler no caminho porque sempre passava mal. Com o Kobo, estranhamente, não me senti mal. No começo rolou sim um mal estar, mas depois consegui ler normalmente, coisa que não dá com o livro físico.

Espero que o post tenha ajudado a galera que, assim como eu, está buscando se aventurar no mundo dos livros digitais!

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24 de abril de 2014

Promoção - Intrínseca te leva para a Bienal do Livro de SP!

Oi gente!
Pra quem acompanha nossa página no facebook já deve ter visto esse banner por lá


A Intrínseca tá com uma promoção genial no ar. A editora vai te levar com tudo pago pra Bienal do Livro que acontece em São Paulo, em Agosto desse ano. Sim, com tudo pago! Não importa de qual parte do Brasil você seja. Além disso, os ganhadores (serão 5: um de cada região do país), participarão do encontro de blogueiros que vai rolar por lá.

É uma promoção muito tentadora, fala sério!

Pra participar é super fácil: é só gravar um vídeo de até um minuto contando sua experiência com a editora. Ok, eu sei que rola uma vergonha. Mas gente. BIENAL DO LIVRO COM TUDO PAGO!
Acho que dá pra deixar a vergonha de lado e tentar, né?
Lá no site da editora, ainda rolam os vídeos já enviados, pra quem quiser assistir e dar aquela força na hora de gravar o seu.

O período de inscrições vai até o dia 28 de abril, então corre!
O regulamento você pode conferir no site: http://goo.gl/o4SP4G

Participem sim! Quero um abraço coletivo lá na Bienal! 


21 de abril de 2014

Assisti: A Invenção de Hugo Cabret


Todo final de semana acabo assistindo a algum filme e esse merece destaque. Desde os primeiros minutos do filme eu já estava apaixonada pela maravilhosa fotografia, com uma qualidade incrível, destacando os tons de azul e laranja.
O longa é uma adaptação cinematográfica do livro A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick, dirigido por Martin Scorsese - só aqui a gente já tem noção de que vem coisa boa. Ganhou o Globo de Ouro como Melhor Diretor e o Oscar em 5 categorias: Efeitos Especiais, Fotografia, Direção de Artes, Mixagem e Edição de som.
Eu já queria assistir há muito tempo e agora com certeza é um dos meus favoritos!

A história se passa em 1930. Hugo Cabret é órfão e seu pai foi um relojoeiro apaixonado por cinema que morreu no incêndio de um museu. Antes de morrer, ele e Hugo tentavam consertar um autômato descartado do museu - uma espécie de homem mecânico. Os autômatos eram criados para diversas atividades, e Hugo acreditava que consertando aquele, encontraria uma mensagem de seu pai.
Morando sozinho na estação de trem cuidando dos relógios, o garoto passa a roubar ferramentas do Papa Georges, dono de uma loja de brinquedos, para continuar o conserto do autômato. Após ser pego e ter seu caderno de anotações confiscado, começa uma grande amizade com Isabelle, afilhada de Georges, que promete ajuda-lo.

Aqui foi onde o filme começou a ganhar meu coração: ao consertarem o autômato, não existia mensagem alguma, mas sim um desenho. Uma cena do primeiro filme usando efeitos especiais produzido na história - Viagem à Lua, de Georges Méliès.



A partir daí, o filme se torna uma verdadeira homenagem à história do cinema. Lindo, lindo, lindo! Quis chorar no final.
Além de me emocionar com a forma como a história do cinema foi retratada, gostei das dezenas de referências literárias citadas por Isabelle, frequentadora assídua de bibliotecas e que termina o filme escrevendo um livro sobre Hugo.

Enfim! Assistam. Estou realmente apaixonada pelo filme e querendo demais ler o livro (inclusive: aceitando como presente haha)
(Trailer Legendado)

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15 de abril de 2014

A trilha sonora da minha vida

Oi gente!
Estou tentando postar com mais periodicidade aqui, mas a faculdade não deixa. Prometo que tentarei todos os dias logo de manhãzinha, tenho realmente muita coisa pra contar!

Se tem algo que presto muita atenção quando assisto a um filme, é sua trilha sonora. Ela com certeza faz toda a diferença e deixa o filme muito mais bonito e particular. Acho uma delícia ouvir uma música e automaticamente me lembrar de uma cena marcante.

Hoje vou falar das minhas trilhas sonoras preferidas!

      1. Juno
Esse foi o filme que, com certeza, me fez prestar mais atenção nas músicas dos filmes. Me ganhou logo na primeira cena, com a música All I Want is You. 
Toda a trilha sonora é cheia de coisinha fofa que eu adoro - assim como o filme: gaitas, violões, vozes femininas e meigas. Além disso, nomes como Velvet Underground, Belle & Sebastian e Sonic Youth também aparecem na soundtrack, composta por 19 músicas, incluindo a faixa em que Michael Cera e Ellen Page, protagonistas da história, interpretam a fofíssima Anyone Else But You, tema do filme e originalmente dos Moldy Peaches.
Acho dificílimo escolher minha música preferida, já que sou apaixonada pelo filme e pela trilha, mas apostaria em Sea of Love, da Cat Power, por me arrancar lágrimas na cena do parto. (Mas que fique claro que eu amo todas!! Juro. Ouçam.)


      2. 500 Dias com Ela
Essa já é figurinha presente em quase todas as listas sobre trilhas sonoras. Mas não é pra menos: o próprio romance retratado no filme começa por conta de uma música que Tom ouvia no elevador- da banda britânica The Smiths.
Toda a música do filme parece fazer completa referência ao momento em que é utilizada. Logo no começo, nas cenas intercaladas entre Summer e Tom na infância, a voz maravilhosa da Regina Spektor cantando Us, que também aparece mais adiante durante a destruição das expectativas de Tom, com Hero.
O filme é bastante conhecido pela sua trilha sonora que casa perfeitamente com o estilo meio indie-hipster dos personagens. Também é difícil escolher minha favorita, mas aposto em Quelqq’um M’a Dit da cantora francesa Carla Bruni.



      3. Submarine
Meu xodó maior!
A trilha sonora desse filme lindo lindo lindo (adaptação de um livro tão amor quanto) foi composta e interpretada por Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys, especialmente para o longa metragem.
Tem como não amar?
É composta por 5 músicas que nada têm a ver com o som da banda. São mais suaves e românticas, mostrando um lado do artista visto poucas vezes antes.
As músicas vão desde as mais tristes - na minha humilde opinião, Its Hard to get around the wind, - até as mais alegres e nhomnhomnhom como Piledriver Walts, que ganhou um espacinho no álbum Suck It And See, dos Monkeys. Minha preferida? Hiding Tonight.

      4.Across The Universe
A trilha sonora que não poderia faltar.
Across the Universe é um musical, ambientado os anos 60 e que fala sobre o romance de Jude e Lucy.
Pelo título e pelas referências dos personagens já dá pra imaginar onde isso vai dar. As músicas são adaptações de clássicos dos Beatles interpretadas pelos atores do filme.
Juro que é apaixonante! E, se aqui cabe uma indicação: assistam. É literalmente uma viagem no tempo por toda a década de 60 e 70 através das obras dos Beatles.
Gostei demais da versão de All My Loving, cantada pelo protagonista Jim Sturgess e de toda a composição da cena em Lucy In The Sky With Diamonds.


      5. As Vantagens de ser Invisível
Quem me conhece sabe: é meu livro preferido e fiquei apaixonada, também, pela adaptação cinematográfica. No livro, várias mixtapes são citadas, e foram igualmente selecionadas para a trilha sonora do filme, o que achei demais!
Asleep, da banda já citada The Smiths, é a música favorita do protagonista Charlie. Outra que merece destaque é Heroes, do David Bowie, que acabou sendo "a música misteriosa do túnel". É impossível ouvi-la sem me lembrar da cena final do filme, e acabou sendo a minha preferida da OST. Além disso, o filme é recheado de músicas dos anos 90, deixando a galera dos seus 20 e poucos anos cheia de nostalgia.

Espero que vocês sintam todos os pelinhos do corpo se arrepiarem igual eu sinto com essas músicas!
E fica a pergunta: qual sua trilha sonora favorita?

Ps.: Minhas listas do top 5 são fitas de forma aleatória e não por ordem de preferência.

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10 de abril de 2014

Parcerias, novidades, novo blog... Só amor!

Oi, gente!

Hoje o post é mais do que especial.
Vocês já devem ter notado - e se acompanham a fanpage no facebook, já devem saber de muito do que vou falar no post - que o blog está de cara e nome novos.

Há algum tempo já venho planejando essa mudança, e ela acabou tendo que acontecer muito antes do prazo por um motivo lindo: somos os novos parceiros da editora Intrínseca!
Pra quem não conhece, é uma editora que gosto muito. Publicou quase todos os livros do John Green (exceto por Quem é você, Alasca?), o Extraordinário que eu fiz a resenha aqui e muuuitos outros livros muito bons, inclusive o que estou lendo agora - A Visita Cruel do Tempo.
Com a parceria, muita coisa boa fará parte do blog. Mais resenhas, sorteios, postagens especiais. É uma honra ter meu blog escolhido por uma editora que gosto tanto!

A partir disso, a novidade maior é que o nome do blog mudou.
Sim! Quem estava acostumado a visitar o The Fault In Our Books, apresento agora o Poesia Destilada. 
A mudança ocorreu por diversos motivos, dentre eles a necessidade de abranger outros assuntos além dos livros. Todos eles, é claro, ligados ao universo da cultura e da arte.

Espero que as novidades possam melhorar cada vez mais o blog e torná-lo um cantinho mais aconchegante para todos nós!

Você encontra o blog na página do facebook: https://www.facebook.com/poesiadestilada, no Twitter https://twitter.com/poesiadestilada e também pode me adicionar no Skoob! http://www.skoob.com.br/usuario/136352-ana-lima


7 de abril de 2014

6 on 6 - Abril.

Oi gente!
Sei que sumi - e muito - daqui, mas foi por ótimos motivos. Quem acompanha a página lá no facebook já está sabendo: tenho muitas novidades vindo por aí! Primeiro, o nome do blog mudará, pra poder acompanhar tudo que tenho em mente pro crescimento dele. Quero abordar novos temas (sem nunca deixar de lado os livros, é claro) e investir em produtos pra quem ama esse universo tanto quanto eu!
Mas isso é assunto pra outro post, que logo logo estará no ar.

Hoje quero falar sobre um dos projetos novos que me meti. Como a fotografia também é uma das minhas paixões, procurei algo que pudesse inclui-la no blog. A partir desse mês, faço parte do projeto 6 on 6, com mais 5 blogueiras.
Funciona assim: todo mês, no dia 6, postaremos 6 fotos sobre um determinado assunto. Facinho, né? Assim poderei continuar exercitando a criatividade e desenferrujando as engrenagens da fotografia que existem em mim.

O primeiro tema é cores! Como não tive muito tempo pra fotografar, acabei escolhendo 6 fotos que tivessem muito da minha cor preferida - lilás. Espero que vocês gostem!


(essa, também conhecida como a maior besteira que fiz no cabelo)




Todas as fotos foram tiradas por mim.
Dentre as blogueiras participantes, decidimos que cada blog indicará um! Minha indicação é a Dani, do blog Só Dani